Ir para o conteúdo

RCA Records

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de RCA Victor)
RCA Records
Logotipo da RCA lançado em 1968
Empresa detentora
Fundação9 de janeiro de 1900 (como Consolidated Talking Machine Company)[1][2]
FundadoresEldridge R. Johnson e Emil Berliner
Distribuidor(es)
Gênero(s)Vários
País de origemEstados Unidos
LocalizaçãoNova Iorque, Estados Unidos
Página oficialwww.rcarecords.com

A RCA Records é uma gravadora norte-americana pertencente à Sony Music, subsidiária do Sony Music Group, que por sua vez integra o conglomerado japonês Sony. É uma das marcas principais da Sony Music, ao lado de sua antiga rival Columbia Records. A gravadora lança pop, música clássica, rock, hip hop, afrobeat, música eletrônica, R&B, blues, jazz e música country. Seu nome vem da antiga empresa controladora, a Radio Corporation of America (RCA).[3]

Depois que a RCA Corporation foi comprada pela General Electric em 1986, a GE vendeu sua participação restante na RCA Records à Bertelsmann em 1987, e a gravadora passou a integrar o Bertelsmann Music Group (BMG). Após a fusão da BMG com a Sony em 2004, a RCA Records tornou-se um selo da Sony BMG Music Entertainment. Em 2008, com a dissolução da Sony BMG e a reorganização da Sony Music, a RCA Records passou a pertencer integralmente à Sony.

A RCA Records é a sucessora corporativa da Victor Talking Machine Company.

Início e história

[editar | editar código]
Versão revista do logotipo corporativo clássico da RCA. Foi usada em muitos lançamentos estrangeiros da RCA no lugar da marca "His Master's Voice" até 1968. O BMG retomou seu uso mundial na RCA Records entre 1987 e 2015. O logotipo ainda é usado em lançamentos da divisão RCA Nashville e em alguns relançamentos.

Em 1929, a Radio Corporation of America comprou a Victor Talking Machine Company, então a maior fabricante mundial de fonógrafos, entre eles a famosa Victrola, e de discos fonográficos. A empresa passou a constituir a divisão RCA Victor da RCA. Com a incorporação da Victor, a RCA adquiriu os direitos no Novo Mundo sobre a conhecida marca Nipper/"His Master's Voice".

Em 1931, a afiliada britânica da RCA Victor, a Gramophone Company, fundiu-se com a Columbia Graphophone Company para formar a EMI. Com isso, o dirigente da RCA David Sarnoff ganhou um assento no conselho da EMI.[4]

Em setembro de 1931, a RCA Victor lançou os primeiros discos de 33⅓ rpm vendidos ao público, chamados "Program Transcription". Eles usavam uma versão mais rasa e de sulcos mais próximos do grande "sulco padrão" encontrado nos discos de 78 rpm da época, em vez do "microssulco" empregado nos discos LP de 33⅓ rpm lançados após a Segunda Guerra Mundial. O formato fracassou comercialmente, em parte porque as novas Victrolas com toca-discos de duas velocidades eram muito caras. No auge da Grande Depressão, o modelo mais barato custava US$ 395. Em 1933, o formato foi abandonado e os toca-discos de duas velocidades deixaram de ser oferecidos, embora alguns Program Transcriptions permanecessem no catálogo da Victor até o fim da década de 1930.[5]

Nos primeiros anos da Depressão, a RCA Victor tentou criar uma gravadora de baixo preço que pudesse competir com selos vendidos em lojas populares, como Perfect, Oriole, Banner e Melotone. A primeira tentativa foi a Timely Tunes, de vida curta, vendida exclusivamente pela Montgomery Ward em 1931. A Bluebird Records surgiu em 1932 como selo subsidiário da Victor. No início, seus discos tinham 20 cm e rótulo azul-escuro, ao lado dos discos Electradisk de 20 cm, vendidos pela F. W. Woolworth. Nenhum dos dois selos teve êxito. Em 1933, a RCA Victor relançou Bluebird e Electradisk no formato padrão de 25 cm. O rótulo da Bluebird foi redesenhado e ficou conhecido como "buff". Outro selo de baixo preço, Sunrise, também foi produzido, embora não se saiba para quem, e seus discos são muito raros. As mesmas combinações de músicas saíam nos três selos. A Bluebird permanece em atividade, nove décadas após o fim da Electradisk e da Sunrise.

Nesse período, a RCA Victor também produziu transcrições elétricas de música sob o selo RCA Thesaurus em seu estúdio RCA Recorded Program Services, em Nova Iorque. Essas gravações não eram vendidas ao público e destinavam-se apenas a transmissões das principais redes de rádio.[6] Em 1936, o amplo acervo musical de gravações da RCA foi reunido à divisão de transcrições da NBC.[7] Na década de 1950, o catálogo reunia música popular de intérpretes como Sammy Kaye, Freddie Martin, Lawrence Welk e John Serry Sr..[8][9][10][11][12]

RCA Victor Custom Record Division

[editar | editar código]

Além de fabricar os próprios discos, a Custom Record Division da RCA era uma das principais fabricantes de discos para gravadoras independentes.[13][14] O grande complexo industrial da RCA Victor no Meio-Oeste, em Indianápolis, tinha uma fábrica de prensagem de discos no número 501 da North LaSalle Street.[15] A divisão também prensou muitas coletâneas para a Reader's Digest Association.

A RCA vendeu sua participação na EMI em 1938, mas a EMI, mais tarde adquirida pela Universal Music Group, continuou distribuindo gravações da RCA Victor no Reino Unido e em seus territórios pelo selo His Master's Voice até 1957. A RCA também fabricou e distribuiu gravações da HMV na América do Norte com os selos RCA Victor e HMV customizado.[16]

Segunda Guerra Mundial

[editar | editar código]

Por causa das hostilidades entre o Japão e os Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial, os vínculos entre a RCA Victor e sua subsidiária japonesa, a Victor Company of Japan, foram rompidos. A gravadora da JVC é conhecida como Victor Entertainment e ainda usa no Japão a marca Nipper/His Master's Voice.

Entre 1942 e 1944, a RCA Victor foi duramente afetada pela proibição de gravações imposta pela American Federation of Musicians. Quase todos os músicos sindicalizados dos Estados Unidos e do Canadá ficaram impedidos de fazer gravações nesse período. Uma das poucas exceções foi o lançamento posterior de apresentações gravadas para transmissões de rádio da Orquestra Sinfônica NBC, regida por Arturo Toscanini. A RCA Victor, porém, perdeu a Orquestra de Filadélfia. O contrato da orquestra com a empresa venceu durante a greve e, quando a Columbia Records chegou a um acordo com o sindicato antes da RCA Victor, Eugene Ormandy e os músicos da Filadélfia assinaram um novo contrato com a Columbia e começaram a gravar em 1944. Ormandy e a Orquestra de Filadélfia só voltariam à RCA em 1968.

Pós-guerra na década de 1940

[editar | editar código]
Rótulo padrão dos discos de 78 rpm da RCA Victor, usado desde pouco depois do fim da Segunda Guerra Mundial até 1954

Na primavera de 1946, "RCA Victor" substituiu "Victor" nos rótulos dos discos. Em 1949, a RCA Victor lançou o disco de vinilite com microssulcos de 18 cm e 45 rpm, promovido simplesmente como o "45". O novo formato vinha sendo desenvolvido havia mais de uma década e fora pensado inicialmente como substituto dos discos de 78 rpm.[17] Quando a RCA Victor o apresentou, o 45 já concorria com os discos LP de vinil de microssulco, de 25 e 30 cm e 33⅓ rpm, lançados pela rival Columbia Records no início do verão de 1948. Numa campanha intensa, a RCA Victor vendeu aparelhos compactos e baratos, independentes ou complementares, feitos exclusivamente para o formato de 45 rpm. No começo, os discos de 45 rpm da RCA Victor eram prensados em vinil colorido conforme o gênero musical. A música pop saía em vinil preto, na série 47-xxxx. Musicais da Broadway e operetas saíam em azul "meia-noite", na série 52-xxxx. A música clássica vinha em vermelho, na série 49-xxxx. Country e polca vinham em verde, na série 48-xxxx. Lançamentos infantis saíam em amarelo, também na série 47-xxxx. Rhythm and blues vinha em laranja ou cereja, na série 50-xxxx, e o repertório internacional em azul-claro, na série 51-xxxx. A quantidade de cores complicou a produção e a prática foi logo abandonada, com a adoção do preto em todos os discos. Os discos amarelos e os Red Seal vermelhos resistiram até cerca de 1952. O primeiro disco de 45 rpm fabricado foi "PeeWee the Piccolo", RCA Victor 47-0147, prensado em 7 de dezembro de 1948 na fábrica da Sherman Drive, em Indianápolis. O vinil custava muito mais do que a mistura áspera de goma-laca normalmente usada nos discos de 78 rpm, mas o diâmetro e o volume bem menores dos novos discos exigiam pouca matéria-prima, o que reduzia o custo. Os discos menores e mais leves também eram mais baratos de armazenar e transportar.[18]

A RCA Victor promoveu o 45 como substituto direto dos discos de 78 rpm de 25 e 30 cm, que tocavam, em geral, cerca de três e quatro minutos por lado. A empresa também lançou alguns discos de 45 rpm em formato EP, com até sete minutos por lado, sobretudo para coletâneas vocais e seleções de música clássica leve. Um exemplo foi um disco de Arthur Fiedler e da Orquestra Sinfônica de Boston com Marche Slave, de Piotr Ilitch Tchaikovski, e In a Persian Market, de Albert Ketèlbey. A RCA Victor lançou caixas com quatro a seis discos de 45 rpm, cada uma com aproximadamente a mesma quantidade de música de um LP. Um caso extremo foi a gravação completa de 1951 da ópera Carmen, com Risë Stevens e Jan Peerce sob regência de Fritz Reiner, distribuída em dezesseis discos de 45 rpm. Em óperas, sinfonias e outras gravações completas de música clássica, havia uma interrupção a cada quatro minutos, quando um lado terminava e outro começava. Essas mudanças de lado, já familiares aos ouvintes de caixas de discos de 78 rpm de música clássica e ópera, foram reduzidas por um mecanismo automático de troca de discos muito rápido, peça central dos aparelhos de 45 rpm da RCA Victor. Em grande parte graças a uma campanha publicitária de US$ 5 milhões, o 45 tornou-se a rotação preferida para singles de música pop, superando em 1954 as vendas norte-americanas do mesmo repertório em 78 rpm. O LP da Columbia, porém, prevaleceu na música clássica e nas coleções em um único disco com oito ou mais canções pop. A RCA Victor acabou cedendo e anunciou, em janeiro de 1950, que passaria a lançar LPs.

RCA Victor Award of Merit

[editar | editar código]

O RCA Victor Award of Merit era a maior distinção da empresa para seus funcionários.[19] O prêmio foi concedido de 1945 a pelo menos 1957. Os ganhadores passavam a integrar a RCA Victor Award of Merit Society, que realizava jantares em sua homenagem.[20] No máximo 15 funcionários recebiam o prêmio por ano, quantidade atingida anualmente entre 1946 e 1952.[21] Um funcionário de sobrenome Watters, que era assistente do diretor de pessoal em Camden, recebeu o prêmio em 1946.[22] Em 1952, Paul Barkmeier e David Finn foram premiados.[19] Até 1953, cerca de cem funcionários haviam recebido a distinção. Naquele ano, Shirley Neuman tornou-se a terceira mulher premiada e M. John Heffernan, engenheiro de campo, também recebeu o prêmio.[23]

Década de 1950

[editar | editar código]
Lata metálica de agulhas de fonógrafo da marca Victor, com "Nipper", por volta de 1915

Entre os primeiros LPs da RCA Victor lançados em 1950 estava Gaîté Parisienne, de Jacques Offenbach, interpretado por Arthur Fiedler e pela Orquestra Sinfônica de Boston. A gravação havia sido feita em 20 de junho de 1947 no Symphony Hall, em Boston, e recebeu o número de catálogo LM-1001. Os álbuns não clássicos em LP usavam o prefixo "LPM". Quando a RCA Victor começou a lançar LPs clássicos em som estereofônico, em 1958, passou a usar o prefixo "LSC". Os LPs estéreo não clássicos saíam com "LSP". A RCA manteve esses prefixos até 1973, quando eles foram substituídos por "ARL1" e "APL1" para LPs individuais de música clássica estéreo e não clássica estéreo, respectivamente.[24][25]

Na década de 1950, a RCA Victor tinha três selos subsidiários ou especializados: Groove, Vik e "X".

A edição da revista Billboard de 11 de abril de 1953 anunciou um novo selo subsidiário da RCA Victor, o primeiro a usar distribuição independente. Ele ainda não tinha nome quando foi apresentado. Na falta de outra designação, a Billboard chamou o novo selo de Label "X". A empresa começou a contratar funcionários e a definir uma direção, e o nome permaneceu até 1955. A RCA Victor anunciou oficialmente a criação da Label "X" em 20 de abril de 1953. A Groove, voltada ao R&B, foi fundada em 1954 e incorporada à Vik em 1957.[26] O selo Vik foi encerrado no ano seguinte.

Desde os primeiros anos da gravadora, em 1902, e com intensidade maior nas décadas de 1940 e 1950, a RCA Victor competiu diretamente com a Columbia Records. Foram feitas gravações com a Orquestra Sinfônica NBC, sob regência de Arturo Toscanini. Em algumas ocasiões, a RCA Victor usou gravações de concertos transmitidos pelo rádio. Toscanini gravava para o selo desde a época das gravações acústicas, e a RCA Victor registrava a NBC Symphony desde sua criação em 1937. Depois que Toscanini se aposentou, na primavera de 1954, a NBC Symphony foi reorganizada no fim daquele ano como Symphony of the Air. Mesmo sem vínculo com a NBC, a orquestra continuou gravando para a RCA Victor e outros selos, em geral sob regência de Leopold Stokowski. A RCA Victor também lançou gravações com a RCA Victor Symphony Orchestra, normalmente formada por músicos da Filadélfia ou de Nova Iorque, integrantes da Symphony of the Air e músicos da orquestra do Metropolitan Opera. No fim da década de 1950, a RCA Victor tinha sob contrato menos orquestras de grande projeção do que a Columbia. A RCA Victor gravava a Orquestra Sinfônica de Chicago, a Orquestra Sinfônica de Boston e a Boston Pops, enquanto a Columbia mantinha contratos com a Orquestra de Cleveland, a Orquestra de Filadélfia e a Orquestra Filarmônica de Nova Iorque.

Em 6 de outubro de 1953, a RCA Victor realizou sessões estereofônicas experimentais no Manhattan Center, em Nova Iorque. Leopold Stokowski regeu um grupo de músicos nova-iorquinos na Rapsódia Romena n.º 1, de George Enescu, e na valsa da ópera Ievguêni Oniéguin, de Piotr Ilitch Tchaikovski. Novos testes estereofônicos ocorreram em dezembro, também no Manhattan Center, desta vez com Pierre Monteux regendo integrantes da Orquestra Sinfônica de Boston. Em fevereiro de 1954, a RCA Victor fez suas primeiras gravações estereofônicas comerciais, registrando a Orquestra Sinfônica de Boston, sob regência de Charles Munch, em uma apresentação de La damnation de Faust, de Hector Berlioz. A partir daí, a empresa passou a gravar orquestras simultaneamente em equipamentos estereofônicos e monaurais. Entre as primeiras gravações estéreo também estavam os últimos concertos de Toscanini com a NBC, que nunca tiveram lançamento oficial, e gravações de Guido Cantelli com a Orquestra Sinfônica NBC, da Boston Pops sob Arthur Fiedler e da Orquestra Sinfônica de Chicago sob Fritz Reiner. No início, a RCA usava gravadores RT-21 com fita de 6,35 mm a 76,2 cm/s, ligados a mesas de mixagem mono, com microfones cardioides Neumann U-47 e omnidirecionais M-49/50. Depois, passou para uma máquina Ampex 300-3 com fita de 12,7 mm, operando a 38,1 cm/s, velocidade mais tarde elevada para 76,2 cm/s. As gravações saíram primeiro, em 1955, em fitas estereofônicas de rolo e, a partir de 1958, em LPs de vinil com o logotipo "Living Stereo". A RCA continuou relançando muitas dessas gravações em CD.[27] Outro projeto da RCA em 1953 foi a conversão do Webster Hall, que tinha boa acústica, em seu principal estúdio de gravação na Costa Leste. A RCA Victor operou o estúdio entre 1953 e 1968.

Em setembro de 1954, a RCA Victor lançou o "Gruve-Gard", sistema no qual o centro e a borda do disco eram mais grossos do que a área de reprodução. Isso reduzia riscos durante o manuseio e quando os discos eram empilhados em toca-discos com trocador automático.[28] A maior parte dos concorrentes logo adotou rótulos e bordas elevados.

Em 1955, a RCA Victor comprou da Sun Records o contrato de gravação de Elvis Presley por US$ 40.000, quantia muito alta para a época. Seu primeiro single pela RCA Victor foi "Heartbreak Hotel", gravado em janeiro de 1956. A gravadora vendeu dez milhões de singles de Presley em 1956. Ele viria a se tornar o artista de maior vendagem da RCA Victor.

Depois de comprar a Capitol Records em janeiro de 1955, a EMI/HMV encerrou seu acordo de distribuição recíproca de 55 anos com a RCA Victor. A partir de 1957, a Capitol tornou-se a principal distribuidora das gravações da EMI no Hemisfério Ocidental.[29][30] A Decca Records passou a fabricar e distribuir a RCA Victor no Reino Unido, usando o logotipo do raio da RCA no lugar da marca Nipper/His Master's Voice, cujos direitos no Reino Unido e na Europa pertenciam à EMI. A RCA estabeleceu sua própria estrutura de fabricação e distribuição britânica em 1969.[31][32]

A RCA Victor lançou álbuns de palavra falada nas décadas de 1950 e 1960, entre eles as trilhas dos filmes Richard III,[33] A Man for All Seasons e The Taming of the Shrew,[34] além de versões integrais das montagens teatrais do National Theatre of Great Britain de Othello, com Laurence Olivier, e Much Ado About Nothing, com Maggie Smith, que também interpretou Desdêmona no Othello de Olivier. Nenhum desses álbuns saiu em CD, mas os filmes Richard III, A Man For All Seasons, The Taming of the Shrew e a versão filmada do Othello de Olivier foram lançados em DVD.

Década de 1960

[editar | editar código]

Em 1960, a RCA Victor anunciou os singles e discos duplos em formato EP Compact 33. Eram discos de 18 cm que tocavam a 33⅓ rpm. Em janeiro de 1961, os Compact 33 chegaram ao mercado ao mesmo tempo que seus equivalentes de 45 rpm. O objetivo de longo prazo era eliminar gradualmente o disco de 45 rpm, mas as vendas do novo formato foram baixas e, no início de 1962, a campanha havia fracassado.[35]

Em 1963, a RCA Victor introduziu o Dynagroove, que incorporava tecnologia computacional ao processo de corte do disco com a intenção de melhorar a reprodução sonora. Audiófilos ainda discutem se o processo, de fato, representava uma melhora. A RCA abandonou discretamente o Dynagroove até 1970.

Em setembro de 1965, a RCA e a Lear Jet Corp. lançaram os primeiros cartuchos de música estereofônica em oito pistas, formato depois conhecido como Stereo 8. Eles foram usados inicialmente na linha de automóveis da Ford de 1966 e permaneceram populares no fim da década de 1960 e ao longo da década de 1970. O lançamento inicial reunia 175 títulos dos catálogos de artistas da RCA Victor e RCA Camden.

No fim de 1968, a Radio Corporation of America, que buscava modernizar sua imagem, adotou um novo logotipo de aparência então futurista, com as letras "RCA" em forma de bloco modernizada. Ele substituiu o antigo logotipo do raio e praticamente aposentou as marcas Victor e Nipper/His Master's Voice. A Radio Corporation of America mudou oficialmente seu nome para RCA Corporation, e a divisão RCA Victor passou a chamar-se RCA Records. A marca "Victor" ficou restrita aos rótulos e capas dos lançamentos populares regulares da RCA. Os rótulos da RCA Victor mudaram para laranja vivo ou amarelo, chegando brevemente a um tom castanho-claro entre o fim de 1974 e meados de 1976. O preto, usado nos lançamentos regulares desde 1901, foi abandonado. A marca Nipper/His Master's Voice passou a aparecer apenas nas capas dos álbuns RCA Red Seal.

No fim de 1969, a RCA Records lançou um LP de vinil fino, leve e flexível chamado Dynaflex. A empresa dizia que o disco reduziria empenamentos e outros problemas encontrados nos LPs convencionais mais espessos. Como o Dynagroove, o formato logo ganhou fama controversa e foi ironizado por alguns colecionadores como "Dynawarp". A RCA retirou o Dynaflex aos poucos e, no fim da década de 1970, voltou a fabricar discos de vinil mais grossos.[36]

Década de 1970

[editar | editar código]
Disco de platina do álbum Nilsson Schmilsson, com o rótulo laranja RCA Victor usado entre 1968 e 1975

Em abril de 1970, a RCA Records anunciou os primeiros cartuchos de fita de oito pistas com quatro canais quadrafônicos, chamados "Quad-8" e depois apenas Q8. Em fevereiro de 1973, a RCA começou a lançar gravações quadrafônicas em vinil nos Estados Unidos no formato CD-4, desenvolvido por sua antiga subsidiária Victor Company of Japan (JVC) e tornado comercialmente viável pela Quadracast Systems Inc. (QSI). A RCA adotou o nome comercial "Quadradisc". O formato CD-4 exigia uma cápsula especial com resposta de frequência de ±1 dB até 50 kHz, um demodulador CD-4 que decodificava a diferença entre os canais dianteiros e traseiros a partir de uma subportadora de 30 kHz, quatro canais separados de amplificação e quatro alto-falantes separados, para as posições dianteira esquerda e direita e traseira esquerda e direita. O CD-4 Quadradisc e o cartucho Quad-8 eram sistemas quadrafônicos discretos 4-4-4. A Columbia Records lançou o sistema matricial quadrafônico SQ, que exigia um decodificador, amplificação em quatro canais e quatro alto-falantes. O SQ era chamado de sistema matricial 4-2-4.[37]

Os selos do Warner Music Group também adotaram o Quadradisc, mas o formato não se popularizou. RCA e CBS/Columbia abandonaram as gravações quadrafônicas em 1976. Algumas sessões da RCA foram depois remasterizadas para codificação Dolby, equivalente ao sistema matricial original de Peter Scheiber, e lançadas em CD. Entre elas estava a série de álbuns RCA Red Seal de Charles Gerhardt dedicada a trilhas clássicas de cinema de Erich Wolfgang Korngold, Alfred Newman, Dimitri Tiomkin, Max Steiner, Franz Waxman e outros compositores, interpretadas pela National Philharmonic Orchestra e gravadas no Kingsway Hall, em Londres.[38]

Para publicar música no Japão, a RCA passou a colaborar em 1975 com a divisão editorial Victor Musical Industries Inc., da Victor Company of Japan, e criou o selo japonês RVC.

Em outubro de 1976, a RCA Corporation anunciou a retomada da marca Nipper/His Master's Voice. Em meados daquele ano, a RCA Records começou a recolocar Nipper na maior parte dos rótulos Victor, Victrola, Red Seal e Special Products. Ao mesmo tempo, voltou ao preto tradicional nos lançamentos populares dos países em que detinha os direitos sobre a marca Nipper/His Master's Voice. Nipper reapareceu em anúncios da RCA em jornais e revistas, material de vendas, expositores de lojas e itens promocionais como camisetas, bonés, cartazes, cofrinhos, chaveiros, relógios, canecas e brinquedos de pelúcia. A marca também voltou ao papel timbrado, às caixas de transporte e aos veículos da empresa.

Década de 1980

[editar | editar código]

Em 1983, a Bertelsmann, proprietária da Arista Records, vendeu 50% da Arista à RCA. Em 1985, Bertelsmann e RCA Records criaram uma joint venture chamada RCA/Ariola International.[39] Em dezembro de 1985, a RCA Corporation foi comprada pela General Electric (GE), e a aquisição foi concluída em junho de 1986. Em 1987, a GE vendeu sua participação de 50% na RCA Records à Bertelsmann, sua sócia, e a empresa passou a chamar-se BMG Music, em referência ao Bertelsmann Music Group.[40] O BMG começou a retirar o logotipo então usado pela RCA e a substituí-lo pelo antigo "raio", aposentado em 1968, para diferenciar a RCA Records das demais divisões da RCA que a GE liquidou, vendeu ou fechou. O BMG também retomou o nome "RCA Victor" para lançamentos Red Seal, da Broadway, trilhas sonoras e outros gêneros fora do rock, pop e country. Em 1986, Bob Buziak, antes empresário de artistas, foi nomeado presidente da gravadora.[41]

Em meados da década de 1980, a RCA Records operava com prejuízo, em parte por causa de contratos caros com astros do pop como Kenny Rogers e Diana Ross. Em 1986, a gravadora recomprou US$ 25 milhões em álbuns não vendidos e perdeu US$ 35 milhões no exercício fiscal de 1987. Como parte das medidas de correção, em 1988 foi adotada uma gestão descentralizada que permitia à RCA Records funcionar como uma empresa autônoma. Buziak reduziu drasticamente o elenco da RCA de cerca de 40 artistas para 11 e começou a reconstruí-lo com foco no desenvolvimento de novos nomes. Alguns chegaram por contratos de marketing e distribuição com a Beggars Banquet Records, selo britânico de punk rock, e a Jive Records, cujo elenco tinha Schoolly D, Kool Moe Dee e DJ Jazzy Jeff & the Fresh Prince.

No fim do exercício fiscal de 1988, a RCA Records registrou receita bruta de US$ 236 milhões nos Estados Unidos, o ano mais lucrativo de sua trajetória até então. O álbum The Way It Is, de Bruce Hornsby and the Range, vendeu mais de três milhões de cópias, e a trilha sonora do filme Dirty Dancing, cuja produção custou US$ 200.000 à RCA, vendeu 15,6 milhões de cópias em menos de dois anos. A continuação, More Dirty Dancing, formada por faixas que haviam ficado de fora do primeiro álbum, custou US$ 80.000 e vendeu mais de 5,6 milhões de cópias. Entre os artistas de maior êxito da RCA nos anos 1980 estavam Eurythmics, Love and Rockets, Joshua Perahia, Rick Astley, Hall & Oates, Dolly Parton, Juice Newton e Bucks Fizz.[41][42]

Década de 1990

[editar | editar código]

Em agosto de 1990, Buziak foi substituído por Joe Galante, que havia presidido a divisão RCA Records Nashville. O elenco foi reduzido outra vez e o departamento de A&R foi reorganizado. Junto do lançamento da BNA Records e da expansão da divisão de música urbana, essas medidas produziram resultados positivos, mas a RCA não teve o mesmo desempenho sob Galante e ocupava o décimo lugar em participação de mercado em 1995.[43][44][45][46] Galante voltou a dirigir a divisão RCA Nashville e, em março de 1995, foi substituído por Bob Jamieson, presidente da divisão canadense da RCA.[47] Jamieson reformulou a RCA, enxugou a gerência intermediária e refez o departamento de marketing. O departamento de A&R foi reorganizado novamente e o elenco de artistas voltou a diminuir.

No fim da década, a RCA Records havia passado pelo que a Billboard chamou de uma "virada notável", com o êxito de Britney Spears, Dave Matthews Band, Natalie Imbruglia, The Verve Pipe, Robyn, SWV, Christina Aguilera, NSYNC e Foo Fighters. Um acordo de distribuição com a Loud Records produziu lançamentos bem-sucedidos de artistas de música urbana como Big Pun, Wu-Tang Clan e Mobb Deep.[48]

Década de 2000

[editar | editar código]

Em 2002, o BMG comprou integralmente a J Records, criada em 2000 como joint venture com Clive Davis. Davis foi nomeado presidente da RCA Records e da J Records dentro de uma nova entidade, o RCA Music Group, que reunia RCA Records, J e Arista Records.[49] Em 2004, Sony e BMG fundiram suas divisões musicais para criar a Sony BMG, e, em 2007, o RCA Music Group passou a chamar-se BMG Label Group.[50] Em 2006, a Sony BMG reuniu seus antigos selos de música da Broadway e clássica, entre eles Red Seal e Gold Seal, na Sony Masterworks. A Legacy Recordings, divisão de catálogo da Sony Music Entertainment, relançou álbuns clássicos da RCA.

Em abril de 2008, Barry Weiss, ex-presidente e diretor executivo do Zomba Label Group, foi nomeado presidente do BMG Label Group, enquanto Davis passou a diretor de criação mundial da Sony BMG. Em outubro, a Sony comprou a participação de 50% da BMG e o BMG Label Group foi fundido ao Jive Label Group para formar o RCA/Jive Label Group. O grupo reunia RCA, Jive, J, Arista, Polo Grounds, LaFace Records, Volcano Entertainment, Hitz Committee, Battery Records e Verity Gospel Music Group.[51][52][53]

A década trouxe forte desempenho da RCA Records no pop. Christina Aguilera, Kesha, Pink, Kelly Clarkson e Pitbull conseguiram vários primeiros lugares na Billboard Hot 100.[54]

Década de 2010

[editar | editar código]

Em maio de 2011, Doug Morris, ex-diretor executivo da Universal Music Group, foi nomeado presidente da Sony Music. Com foco em A&R, Morris nomeou Peter Edge, então presidente de A&R da RCA e da J Records, presidente e diretor executivo do RCA Music Group. Tom Corson foi nomeado presidente e diretor de operações.[55] Em 7 de outubro daquele ano, os selos Jive, Arista e J foram incorporados definitivamente à RCA. O RCA Music Group foi então extinto e a RCA voltou a funcionar como selo autônomo dentro da Sony Music. Com o encerramento dos três selos, a maior parte de seus artistas passou a lançar trabalhos futuros pela RCA.[56][57][58][59]

Na primeira metade da década, a RCA lançou discos de platina e multiplatina de artistas como ASAP Rocky, ATEEZ, Cage the Elephant, Chris Brown, Kelly Clarkson, Miley Cyrus, D'Angelo, Dave Matthews Band, Foo Fighters, G-Eazy, Jennifer Hudson, R. Kelly, Khalid, Alicia Keys, Kings of Leon, Miguel, Pentatonix, Pink, Pitbull, Shakira, Sia, Britney Spears, Bryson Tiller, Justin Timberlake, T-Pain e Tinashe. Desde 2012, a gravadora lançou música de nomes como Kevin Abstract, ASAP Ferg, Becky G, Bleachers, Brockhampton, Bryson Tiller, Cam, G-Eazy, Childish Gambino, Martin Garrix, Bob Feldman, H.E.R., Normani, Kaytranada, Khalid, Kygo, Tate McRae e Mark Ronson.[60]

Em 2015, a RCA Records retomou o logotipo "RCA" de aparência espacial criado em 1968, depois de usar o logotipo do raio desde 1987. O raio continuou em uso na divisão RCA Nashville.[61]

John Fleckenstein e Joe Riccitelli foram nomeados copresidentes da RCA Records em janeiro de 2018.[62] No mesmo ano, a RCA nomeou Keith Naftaly presidente de A&R,[63] e Tunji Balogun vice-presidente executivo de A&R.[64]

Década de 2020

[editar | editar código]

Além de lançar álbuns bem-sucedidos de Bryson Tiller, Alicia Keys, Fousheé e Pentatonix em 2020, a RCA teve lançamentos em primeiro lugar com "Say So", de Doja Cat com participação de Nicki Minaj, Plastic Hearts, de Miley Cyrus, e "Go Crazy", de Chris Brown e Young Thug. O single "Sugar", do Brockhampton, recebeu certificação de platina,[65] enquanto singles de Flo Milli[66] e Latto, antes conhecida como "Mulatto", receberam ouro.[67] Doja Cat e Kaytranada receberam várias indicações ao Grammy, inclusive a de artista revelação. H.E.R. recebeu sua 13.ª indicação ao Grammy, e o álbum The New Abnormal, do The Strokes, venceu como melhor álbum de rock. Koffee assinou com a RCA pouco depois de tornar-se a primeira mulher e a pessoa mais jovem a vencer o Grammy de melhor álbum de reggae.[68][69] Em junho de 2020, a gravadora fez parceria com a Human Rights Campaign para apresentar o 2020 Pride Benefit Concert, transmissão ao vivo em apoio à igualdade LGBTQ. Artistas da RCA como Isaac Dunbar, Cam e Citizen Queen se apresentaram.[70] SZA lançou o single "Good Days" em 25 de dezembro.[71]

Em janeiro de 2021, Mark Pitts foi nomeado presidente da RCA Records e John Fleckenstein passou a diretor de operações.[72] Heaux Tales, de Jazmine Sullivan, chegou ao primeiro lugar da parada de álbuns de R&B da Billboard.[73] "You Broke Me First", estilizada como "you broke me first", de Tate McRae, recebeu certificação de platina quádrupla na Irlanda, platina dupla no Canadá, México e Nova Zelândia e platina nos Estados Unidos, Reino Unido, Austrália, Finlândia, França, Malásia, Países Baixos, Noruega e Suécia. McRae chegou ao primeiro lugar da parada de artistas emergentes da Billboard.[74] Em abril de 2024, a Variety informou que a gravadora havia contratado a rapper tailandesa Lisa, integrante do grupo feminino sul-coreano Blackpink, para seus trabalhos solo nos Estados Unidos.[75]

Em 14 de abril de 2026, Pitts deixou a RCA para criar uma nova empresa de gestão de artistas.[76]

RCA no Brasil

[editar | editar código]
Anúncio de 1942 de um fonógrafo RCA Victor e de artistas da gravadora, entre eles Carlos Galhardo, Linda Batista, Silvio Caldas, Orlando Silva, Aracy de Almeida e Nelson Gonçalves.

A Victor recebeu autorização para atuar no Brasil em agosto de 1928, embora só tenha iniciado suas atividades em novembro de 1929.[77] Quando a matriz norte-americana foi comprada pela RCA e mudou de nome, a filial brasileira acompanhou a mudança. Em agosto de 1931, passou a chamar-se RCA Victor Brasileira, Inc..[78] A gravadora disputou espaço no mercado brasileiro, então dominado pela Odeon Records, e em 1934 já competia em condições semelhantes com a rival. No fim da década de 1930, seu elenco no país tinha nomes como Almirante, Mário Reis, Carmen Miranda, Aracy de Almeida e Cyro Monteiro.[77]

No começo da década de 1940, a gravadora contratou Nelson Gonçalves e Luiz Gonzaga, que fizeram praticamente toda a carreira fonográfica pelo selo. Os dois tornaram-se recordistas de vendas da empresa depois de enfrentarem dificuldades para se estabelecer no começo da carreira.[77]

A RCA também lançou trabalhos de artistas brasileiros como Maria Bethânia, Martinho da Vila, Ronnie Von, João Bosco e Lobão.[77]

Broadway e Hollywood

[editar | editar código]

A RCA Victor produziu álbuns de elenco da Broadway, entre eles as gravações originais de Brigadoon, Paint Your Wagon, Peter Pan com Mary Martin, Damn Yankees, Hello, Dolly!, Oliver! e Fiddler on the Roof. A RCA também gravou e lançou montagens de reposição de musicais. Entre elas estavam produções apresentadas no Lincoln Center, como as remontagens de 1966 de Show Boat e Annie Get Your Gun, a de 1987 de Anything Goes e as remontagens da Broadway de 1998 de Cabaret e The Sound of Music. Call Me Madam foi gravado pela RCA Victor com todo o elenco original, exceto a estrela Ethel Merman, que não pôde ser liberada de seu contrato com a norte-americana Decca Records. No álbum da RCA Victor, ela foi substituída por Dinah Shore. A RCA Victor também lançou os álbuns de trilha sonora dos filmes Damn Yankees, South Pacific, Bye Bye Birdie, Half a Sixpence e The Sound of Music. O álbum do filme de 1965 com Julie Andrews tornou-se um dos discos de trilha sonora mais vendidos de todos os tempos. A trilha do filme Oliver!, produzida pela Colgems Records, foi distribuída pela RCA, que havia lançado o álbum do elenco da Broadway. A RCA Victor também lançou o álbum do elenco original norte-americano de Hair.

A RCA Victor gravou ainda álbuns de elenco em estúdio. Entre eles estava uma série de Lerner e Loewe com Jan Peerce, Jane Powell e Robert Merrill, além de um álbum de 1963 com trechos de Porgy and Bess, de George Gershwin, com os protagonistas da remontagem de 1952, Leontyne Price e William Warfield, mas com outro elenco de apoio. A gravadora lançou duas versões de estúdio de Show Boat, uma com Robert Merrill, Patrice Munsel e Risë Stevens em 1956, e outra com Howard Keel, Anne Jeffreys e Gogi Grant em 1958. Ao contrário do que prevê o texto da obra, os dois álbuns de Show Boat tinham elencos inteiramente brancos, em consonância com a segregação racial da época.

Em 2006, a Sony BMG reuniu seus selos dedicados à música da Broadway, entre eles a RCA Victor, no novo Masterworks Broadway Records. Essas gravações passaram ao catálogo do Masterworks Broadway Records, que remasterizou e relançou muitos dos álbuns.

Estúdios de gravação

[editar | editar código]

Os primeiros estúdios da Victor foram instalados na Filadélfia em 1901. Outros funcionavam em sua sede em Camden, Nova Jérsia, e em Nova Iorque. Em 1917, a Victor comprou a Trinity Church, uma igreja dessacralizada no número 114 da North 5th Street, em Camden, e a usou como estúdio de gravação até 1935. Em 1928, começou a construir um novo estúdio em Nova Iorque. Nas décadas de 1950 e 1960, a RCA Victor construiu e operou instalações de gravação em Nashville, Hollywood e Chicago. Em 1977, os estúdios da RCA em Nashville e Hollywood foram fechados. Os estúdios restantes em Nova Iorque fecharam em 1993.

East 24th Street, Nova Iorque

[editar | editar código]

Em 1928, a Victor Talking Machine Company abriu um estúdio de gravação no número 155 da East 24th Street, em Manhattan. O local tornou-se RCA Victor Studios depois que a Radio Corporation of America comprou a Victor Company em 1929. Em funcionamento entre 1928 e 1969, o estúdio recebeu sessões de Glenn Miller e sua orquestra, Eddie Fisher, Elvis Presley, The Isley Brothers, Charles Mingus, Perry Como, Harry Belafonte, Lena Horne, Della Reese e Neil Sedaka. Em 1969, a RCA vendeu o edifício ao City College of New York, da Universidade da Cidade de Nova Iorque, que o ocupou até 1998. O prédio foi então demolido para permitir a construção do Newman Vertical Campus do Baruch College.

1133 Avenue of the Americas, Nova Iorque

[editar | editar código]

Em 1969, a RCA reuniu seus escritórios corporativos de Nova Iorque e abriu novos estúdios em um edifício no número 1133 da Avenue of the Americas, fechando as instalações da East 24th Street que havia operado por mais de quarenta anos.[79] Os Sixth Avenue Studios da RCA tinham cinco estúdios de gravação. O Studio A era uma sala de aproximadamente 18 por 30 m, com pé-direito de cerca de 9 m. Havia também nove salas de masterização em fita e cinco canais de masterização em laca. As instalações eram usadas com frequência em projetos de música clássica e em gravações de elencos originais de espetáculos da Broadway.[80] A RCA fechou os Sixth Avenue Studios em 1993 e o espaço foi convertido em escritórios.[81]

RCA Victor Studio B, Nashville

[editar | editar código]

Em 1956, Steve Sholes e Chet Atkins abriram o primeiro estúdio de gravação da RCA Victor em Nashville, no número 1611 da Hawkins Street, rua mais tarde rebatizada como Roy Acuff Place, na área que se tornaria o distrito de Music Row. Nas duas décadas em que funcionou, o RCA Victor Studio B produziu 60% dos sucessos da parada country da revista Billboard.[82] O estúdio teve participação direta no desenvolvimento do estilo de produção musical e da técnica de engenharia de som conhecidos como Nashville sound. A RCA operou o local até janeiro de 1977, quando fechou os escritórios de Nashville e vendeu suas propriedades em Music Row.[83] Desde 1992, o RCA Studio B de Nashville pertence ao Country Music Hall of Fame, que oferece visitas agendadas às instalações.

RCA Victor Studio A, Nashville

[editar | editar código]

Em 1964, Chet Atkins, Owen Bradley e Harold Bradley abriram o RCA Victor Studio A, maior e mais novo, no número 806 da 17th Avenue South, ao lado do estúdio existente da RCA, que passou a ser chamado RCA Victor Studio B.[84] A RCA operou o Studio A até janeiro de 1977, quando fechou seus escritórios em Nashville e vendeu as propriedades de Music Row.[83] Em 2015, o Studio A foi inscrito no Registro Nacional de Lugares Históricos. Desde 2016, abriga a Low Country Sound, gravadora comandada por Dave Cobb. O estúdio foi reformado e restaurado, assim como a sinalização original RCA Victor do edifício.[85]

RCA Victor Music Center of the World, Hollywood

[editar | editar código]

Em 1959, a RCA Victor abriu o RCA Victor Music Center of the World no antigo complexo da NBC Radio, no número 1510 da North Vine Street, em Hollywood, Califórnia.[86] O estúdio recebeu sessões de Henry Mancini, Sam Cooke e outros artistas. Em 1964, a RCA Victor abriu novas instalações e escritórios no número 6363 da Sunset Boulevard, que operou até o fechamento de seus estúdios de Los Angeles em 1977. Jefferson Airplane, The Monkees e Elvis Presley estiveram entre os artistas que gravaram ali. O edifício passou depois a abrigar a Los Angeles Film School.[87]

RCA Mid-America Recording Center, Chicago

[editar | editar código]

Em 1969, a RCA abriu o RCA Mid-America Recording Center no número 1 da North Wacker Drive, em Chicago. O estúdio aproveitou a experiência em acústica do David Sarnoff Research Center.[88] O local recebeu gravações de The Guess Who, Alice Cooper e Curtis Mayfield,[89] e fechou em 1972.[90]

Críticas e controvérsias

[editar | editar código]

Kenny Rogers

[editar | editar código]

Depois de deixar a RCA Records em 1987, Kenny Rogers acusou a gravadora de tentar arruinar sua carreira. Rogers havia assinado com a RCA em 1982 por um adiantamento de US$ 20 milhões, então o maior contrato já feito na música country, quando Bob Summer dirigia a gravadora.[91]

Kelly Clarkson

[editar | editar código]

No verão de 2007, Kelly Clarkson e Clive Davis, então dirigente da Sony BMG, entraram em conflito público sobre a direção de My December, sucessor do álbum multiplatina Breakaway. Clarkson escreveu as canções de My December, dando mais espaço às próprias composições em um repertório de rock mais sombrio e áspero. Davis insistia que ela trabalhasse, como antes, com compositores e produtores contratados para criar "canções polidas e adequadas ao rádio". Clarkson recusou-se a mudar o álbum, que foi lançado em junho de 2007 e mais tarde recebeu certificação de platina.[92][93][94]

Avril Lavigne

[editar | editar código]

Em novembro de 2010, Avril Lavigne afirmou que o longo atraso de seu quarto álbum, Goodbye Lullaby, se devia a "um monte de besteira burocrática" relacionada à RCA.[95] O álbum acabou saindo em março de 2011. Em outubro daquele ano, Lavigne confirmou que havia deixado a RCA e assinado com a gravadora irmã Epic Records.[96][97]

Brooke Candy

[editar | editar código]

No começo de 2017, Brooke Candy deixou a RCA antes do lançamento do álbum de estreia que havia planejado, Daddy Issues. Ela atribuiu a saída à limitação de sua liberdade criativa e acusou a gravadora de controlar seu som e sua imagem, além de ditar o que podia dizer e fazer em público.[98] Mais tarde, Candy afirmou que "lutei pra caralho, com as próprias mãos, para sair da [RCA]" e disse que a Sony havia ficado com as gravações do álbum descartado, embora não tivesse permitido que ela as lançasse, o que a deixou de volta ao ponto de partida musical.[99]

A RCA teria ignorado acusações de má conduta sexual contra R. Kelly,[100][101] entre elas a acusação de manter um culto violento no qual adolescentes eram mantidos como reféns em troca de favores sexuais.[100] Kelly continuou lançando música pela RCA até 2018, quando aumentou a pressão pública da campanha Mute R. Kelly.[102] Em janeiro de 2019, depois da exibição do documentário Surviving R. Kelly, da Lifetime, a RCA encerrou o contrato do cantor.[103][104]

Outros episódios

[editar | editar código]
Acredita-se que matrizes de estúdio de Sergei Rachmaninoff tenham sido destruídas na demolição de um depósito da RCA Victor em Camden.

No começo da década de 1920, a Victor demorou a investir de forma mais ampla na gravação e comercialização de jazz e blues vocal de artistas negros. Em meados e no fim da década, contratou Jelly Roll Morton, Bennie Moten, Duke Ellington e outras bandas negras, passando a competir de perto com Columbia e Brunswick. A empresa chegou a criar a série V-38000 "Hot Dance", vendida por todos os revendedores Victor. Havia ainda a série V-38500 de "race records", uma continuação "hot dance" de número 23000 da série V-38000 e uma série "Race" de número 23200, com blues, gospel e parte do jazz mais intenso. Na década de 1930, porém, a presença da RCA Victor no jazz e no blues diminuiu. Na época da greve dos músicos e do fim da guerra, a Victor dava pouca atenção ao mercado de R&B, então chamado de "race", um dos fatores que abriu espaço para o crescimento de muitas gravadoras independentes.[105]

No começo da década de 1960, a RCA Victor demoliu um depósito em Camden. O edifício guardava cerca de 300.000 discos e parte do arquivo da Victor. Antes da demolição, funcionários puderam retirar material do local. O depósito foi destruído com explosivos, e os destroços, junto com discos e matrizes, foram empurrados para o Rio Delaware, onde se construiu um cais.[106] Entre o material preservado estavam matrizes de Enrico Caruso, Arturo Toscanini, George Gershwin e outros artistas, mas não se sabe quantos itens foram perdidos. Em 1973, no centenário de Sergei Rachmaninoff, a RCA lançou The Complete Rachmaninoff, uma edição em cinco volumes com as gravações do pianista e compositor.[107]

Outros selos RCA

[editar | editar código]
  • RCA Records (Reino Unido): divisão da Sony Music UK desde 2006. Funciona como selo de importação para artistas norte-americanos e multinacionais da Sony Music e também contrata artistas britânicos e irlandeses, entre eles Paloma Faith, Everything Everything, Laura Mvula, Little Mix, Olly Murs e Kodaline.
  • RCA Red Seal Records: selo de música clássica que passou a integrar a Sony Masterworks.
  • RCA Camden: selo de relançamentos econômicos da RCA Records criado em 1953. O selo Camden relança coletâneas em CD de gravações antigas no Reino Unido, Austrália e outros países.
  • RCA Records (França): divisão da Sony Music France. Foi criada como RCA Cinematre em 1978 e passou a chamar-se RCA Records (França) em 2006. Incorporou a divisão irmã Jive Epic em 2019.
  • RCA Records (Itália): divisão da Sony Music Italy. Surgiu como RCA Italiana em 1949, fechou em 1987 e foi reativada em 2006.
  • RCA Victor: antigo nome da RCA Records até o fim de 1968. A marca permanece em uso em lançamentos de música eletrônica, rock e trilhas sonoras, entre eles a trilha de The Sound of Music, Feliz Navidad, de José Feliciano, o lançamento europeu de The Fashion, da banda The Fashion, e lançamentos norte-americanos de álbuns de Imogen Heap. Em 1987, o BMG retomou o nome RCA Victor para gravações Red Seal e outros lançamentos clássicos, pop e de trilhas sonoras. Alguns relançamentos de álbuns de Elvis Presley e de outros artistas publicados antes de 1968 trazem "RCA Victor" como selo.
  • RCA Records (Austrália): divisão da Sony Music Australia. Criada em 1956, inicialmente com distribuição da Amalgamated Wireless Australasia, começou a gravar artistas australianos em 1963.[108] Em 1976, passou a chamar-se RCA Limited Australia and New Zealand para artistas australianos e neozelandeses. O nome RCA Records (Austrália) foi adotado em 2006.
  • Bluebird Records: lançada pela RCA Victor em 1932, a Bluebird começou como selo de preço mais baixo dedicado principalmente a jazz, blues e música country. A Bluebird posterior lança sobretudo jazz e relançamentos de títulos antigos de jazz, swing e pop publicados originalmente pela RCA Victor e pela Bluebird.
  • RCA Inspiration: lança principalmente gospel urbano contemporâneo. O selo substituiu o Verity Gospel Music Group em 2013.
  • RCA Records (China): divisão da Sony Music China, criada em maio de 2022 e sediada em Xangai, China.[109][110]

Selos anteriores

[editar | editar código]
  • RCA Victor Label Group: reunia RCA Victor, Windham Hill Records e Bluebird Records.
  • Selos distribuídos pela RCA: A&M Records,[111] Colpix Records, Colgems Records, Chart Records, Calendar/Kirshner, Chelsea Records, Grunt Records, Windstar Records, Midland International, Loud Records, LLOUD Co., 20th Century Fox Records, Planet Records, Total Experience Records, Wooden Nickel Records, Millennium Records, Duble Kick Entertainment e Tortoise International Records, de Detroit.
  • Black Seal Music: selo de curta duração da RCA Records que lançou indie rock. Gravaram pela Black Seal Albert Hammond, Jr., Audrye Sessions e Cory Chisel and the Wandering Sons.

Executivos

[editar | editar código]
  • Peter Edge: presidente do conselho e diretor executivo.[62]
  • John Fleckenstein: diretor de operações.[72]
  • Mark Pitts: presidente até 14 de abril de 2026.[76]
  • Keith Naftaly: presidente de A&R.

Artistas e lançamentos

[editar | editar código]

Ver também: artistas da RCA Records, singles lançados pela RCA Records e álbuns lançados pela RCA Records.

Ver também

[editar | editar código]

Referências

  1. ↑ Cole, Tom (30 de setembro de 2010). «Why Records Are 12 Inches Wide». NPR (em inglês). Consultado em 2 de julho de 2019. Cópia arquivada em 29 de junho de 2023
  2. ↑ Hoffman, Frank (2004). Encyclopedia of Recorded Sound (em inglês). [S.l.]: Routledge. p. 258. ISBN 1135949506
  3. ↑ «RCA (Radio Corporation of America)». Engineering and Technology History Wiki (em inglês). Consultado em 19 de agosto de 2015. Cópia arquivada em 1 de setembro de 2015
  4. ↑ Sanjek, Russell (28 de julho de 1998). American Popular Music and Its Business: The First Four Hundred Years (em inglês). Londres: Oxford University Press. p. 118. ISBN 9780195043112. Consultado em 19 de agosto de 2015
  5. ↑ Edward, David. «RCA Program Transcription Album Discography (1931–33)». Both Sides Now Publications (em inglês). Consultado em 19 de agosto de 2015. Cópia arquivada em 9 de maio de 2018
  6. ↑ «E. T. Firms Make Comeback As Local Radio Gains Accent». The Billboard (em inglês): 14. 16 de outubro de 1954
  7. ↑ Russo, Alexander (2010). Points on the Dial: Golden Age Radio Beyond the Networks (em inglês). Londres: Duke University Press. pp. 112–114. Cópia arquivada em 27 de dezembro de 2023
  8. ↑ Selvin, Ben (6 de outubro de 1956). «Speed and Quality on RCA Thesaurus». The Billboard (em inglês): 26, 32. Cópia arquivada em 24 de dezembro de 2024
  9. ↑ «The Lawrence Welk Story – Welk to Radio via Thesaurus». The Billboard (em inglês): 19. 6 de outubro de 1956. Consultado em 26 de agosto de 2024. Cópia arquivada em 26 de dezembro de 2024
  10. ↑ «New Features Launch 20th Thesaurus Year». The Billboard (em inglês): 27. 7 de maio de 1955. Consultado em 26 de agosto de 2024. Cópia arquivada em 26 de dezembro de 2024
  11. ↑ «RCA Thesaurus cut a session of Latin-American music, polkas, and novelties with the John Serry Accordion Quartet». Radio Daily Corporation. Radio Daily-Television Daily (em inglês): 8. 1954. Consultado em 27 de dezembro de 2023. Cópia arquivada em 24 de dezembro de 2024
  12. ↑ «John J. Serry Sr. Collection». Sibley Music Library, Eastman School of Music, University of Rochester (em inglês). p. 18. Consultado em 27 de dezembro de 2023. Cópia arquivada em 19 de dezembro de 2023
  13. ↑ «Speed and Quality Go Together at RCA Records». Billboard (anúncio) (em inglês). 70 (40): 26. 6 de outubro de 1958. Consultado em 19 de agosto de 2015
  14. ↑ «RCA Victor Master Serial Number Codes: 1942–1980». Discogs (em inglês). 2015. Consultado em 30 de dezembro de 2020. Cópia arquivada em 2 de março de 2021
  15. ↑ «501 N Lasalle St, Indianapolis, IN 46201». Google Maps (em inglês). Consultado em 6 de outubro de 2021. Cópia arquivada em 15 de maio de 2023
  16. ↑ Penndorf, Ronald. «RCA Victor Red Seal Labelography (1950–1976)». Recollections (em inglês). Berkeley, Califórnia: Ronald Penndorf. Consultado em 8 de janeiro de 2012. Cópia arquivada em 11 de janeiro de 2012
  17. ↑ Carson, B. H.; Burt, A. D.; Reiskind, H. I. (junho de 1949). «A Record Changer and Record of Complementary Design». RCA Review (em inglês): 173-190. Consultado em 7 de setembro de 2026
  18. ↑ Dawson, Jim; Propes, Steve (1 de outubro de 2003). 45 Rpm: The History, Heroes and Villains of a Pop Music Revolution (em inglês). [S.l.]: Backbeat Books. p. 37. ISBN 0879307579. Consultado em 19 de agosto de 2015
  19. 1 2 «Merit award to Barkmeier and Dave Finn». Nielsen Business Media, Inc. The Billboard (em inglês) 26 de janeiro de 1952. Consultado em 26 de junho de 2025
  20. ↑ «Award of Merit Society, 1945-1957». SearchWorks catalog (em inglês). Stanford University Libraries. 17 de abril de 2025. Consultado em 26 de junho de 2025. Cópia arquivada em 26 de junho de 2025
  21. ↑ «RCA Awards». National Industrial Conference Board, Incorporated. Management Record (em inglês). 14: 233. 1952. Consultado em 26 de junho de 2025
  22. ↑ «Article». American Management Association. Personnel Series (em inglês): 51. 1953. Consultado em 26 de junho de 2025
  23. ↑ «RCA Award of Merit». Newspapers.com (em inglês). 19 de janeiro de 1953. Consultado em 26 de junho de 2025
  24. ↑ Wallerstein, Edward. «LPs historic». Musicinthemail.com (em inglês). Consultado em 8 de janeiro de 2012. Cópia arquivada em 26 de abril de 2016
  25. ↑ «Diskery Goes 33 in March To Service Entire Market; 45 Promotion in High Gear». Billboard (em inglês): 11. 7 de janeiro de 1950. Consultado em 8 de janeiro de 2012
  26. ↑ Marion, JC (2005). «Label "X"». Jamm Upp (em inglês). 2 (36). Consultado em 14 de julho de 2007. Cópia arquivada em 20 de outubro de 2007
  27. ↑ The History of Living Stereo, encarte da RCA Victor.
  28. ↑ Hough, Clint. «Bringing on back the good times». Sixties City (em inglês). Consultado em 8 de janeiro de 2012. Cópia arquivada em 10 de novembro de 2014
  29. ↑ Billboard (em inglês). [S.l.]: Nielsen Business Media, Inc. 17 de março de 1956. pp. 14–. ISSN 0006-2510
  30. ↑ Martin, George; Hornsby, Jeremy (15 de outubro de 1994). All You Need Is Ears: The Inside Personal Story of the Genius who Created The Beatles (em inglês). [S.l.]: St. Martin's Press. pp. 84–. ISBN 978-0-312-11482-4
  31. ↑ «Trade Mark Details as at 13 November 2012: Case details for Trade Mark 325592» (em inglês). United Kingdom Intellectual Property Office. 7 de setembro de 2009. Consultado em 13 de novembro de 2012
  32. ↑ «British RCA to Cut Decca Ltd. Tie In U.K., Eire & Form Own Set-Up». Billboard (em inglês). 4 de novembro de 1967. Consultado em 19 de agosto de 2015
  33. ↑ «Richard III (1955) – Soundtrack details». SoundtrackCollector.com (em inglês). 13 de maio de 2007. Consultado em 8 de janeiro de 2012
  34. ↑ «Taming Of The Shrew, The – Various Artists: Read reviews and compare prices at Ciao.co.uk». Ciao.co.uk (em inglês). 26 de julho de 1999. Consultado em 8 de junho de 2012. Cópia arquivada em 16 de julho de 2011
  35. ↑ «The Rise and Fall of the Compact 33 Record». Megocollector.com (em inglês). 18 de dezembro de 2009. Consultado em 8 de janeiro de 2012
  36. ↑ «Museum Of Obsolete Media». Museum of Obsolete Media (em inglês). 17 de abril de 2018. Consultado em 2 de janeiro de 2023. Cópia arquivada em 8 de novembro de 2021
  37. ↑ Bauer, Benjamin B.; Gravereaux, Daniel W.; Gust, Arthur J. (setembro de 1971). «A Compatible Stereo-Quadraphonic (SQ) Record System». Journal of the Audio Engineering Society (em inglês). 19: 638-646
  38. ↑ «Reissue of Six Titles from Charles Gerhardt's Classic Film Scores Series». Audiophile Audition (em inglês). 13 de novembro de 2010. Consultado em 7 de setembro de 2026
  39. ↑ «RCA: Now Elvis rocked for Bertelsmann, too» (PDF) (em inglês). Bertelsmann Worldwide Media. Consultado em 22 de junho de 2010. Cópia arquivada (PDF) em 14 de maio de 2011
  40. ↑ Hennessey, Mike (20 de setembro de 1986). «RCA Deal Gives Bertelsmann Multinational Label Ranking». Nielsen Business Media, Inc. Billboard (em inglês). 98 (3B). Consultado em 8 de janeiro de 2012
  41. 1 2 Knoedelseder, William Jr. (18 de setembro de 1988). «Rap On RCA Records: The Original U.S. Record Company Is Back In Groove». Los Angeles Times (em inglês). Consultado em 14 de agosto de 2015. Cópia arquivada em 29 de novembro de 2020
  42. ↑ Dannen, Fredric (2 de julho de 1991). Hit Men: Power Brokers and Fast Money Inside the Music Business (em inglês). Nova Iorque: Random House. p. 260. ISBN 9780679730613. Consultado em 14 de agosto de 2015
  43. ↑ «New Chief at RCA Records». The New York Times (em inglês). 9 de agosto de 1990. Consultado em 15 de agosto de 2015. Cópia arquivada em 25 de maio de 2015
  44. ↑ Newman, Melinda (28 de novembro de 1992). «Novik Knows the Score in RCA's New Talent Drive». Billboard (em inglês). Consultado em 15 de agosto de 2015
  45. ↑ Jeffrey, Don (8 de abril de 1995). «Jamieson Named RCA President After 7 Month Search». Billboard (em inglês). Consultado em 15 de agosto de 2015
  46. ↑ Haring, Bruce (13 de maio de 1993). «RCA prexy gives Nipper something to bark about». Variety (em inglês). Consultado em 15 de agosto de 2015. Cópia arquivada em 10 de dezembro de 2015
  47. ↑ Phillips, Chuck (28 de março de 1995). «Company Town: BMG Names Insider to Head RCA Records». Los Angeles Times (em inglês). Consultado em 16 de agosto de 2015. Cópia arquivada em 24 de fevereiro de 2021
  48. ↑ Baumgartner, Bradley (23 de maio de 1998). «Retooled RCA Is Once Again A Hitmaker». Billboard (em inglês). Consultado em 16 de agosto de 2015
  49. ↑ Holloway, Lynette (20 de novembro de 2002). «BMG Buys J Records and Shuffles Executives». The New York Times (em inglês). Consultado em 17 de agosto de 2015. Cópia arquivada em 10 de dezembro de 2015
  50. ↑ Garrity, Brian (25 de dezembro de 2004). «Music Biz Gets a Makeover». Billboard (em inglês). Consultado em 18 de agosto de 2015
  51. ↑ Grover, Ron (6 de agosto de 2008). «Sony Buys the Rest of Ailing Sony BMG». Businessweek (em inglês). Consultado em 19 de agosto de 2015. Cópia arquivada em 4 de março de 2016
  52. ↑ «Deal with RCA/JIVE Brings Music Stars to BAT's Endorsement Platform». The Business Journals (em inglês). PR Newswire. 12 de outubro de 2010. Consultado em 19 de agosto de 2015. Cópia arquivada em 25 de fevereiro de 2021
  53. ↑ Nekesa Mumbi Moody (18 de abril de 2008). «Clive Davis replaced by Barry Weiss as BMG head». USA Today (em inglês). Consultado em 19 de agosto de 2015. Cópia arquivada em 10 de dezembro de 2015
  54. ↑ «The Hot 100 – 2000s Archive». Billboard (em inglês). 12 de setembro de 2008. Consultado em 19 de agosto de 2015. Cópia arquivada em 19 de agosto de 2015
  55. ↑ Szalai, Doug (8 de agosto de 2011). «Peter Edge Named CEO of Sony's RCA Music Group». The Hollywood Reporter (em inglês). Consultado em 19 de agosto de 2015. Cópia arquivada em 28 de maio de 2015
  56. ↑ Halperin, Shirley (7 de outubro de 2011). «RCA Execs Confirm Jive and Arista Labels Shut Down». The Hollywood Reporter (em inglês). Consultado em 24 de junho de 2015. Cópia arquivada em 28 de maio de 2015
  57. ↑ Lewis, Randy (7 de outubro de 2011). «RCA is Slimming Down for the Holidays». Los Angeles Times (em inglês). Consultado em 24 de junho de 2015. Cópia arquivada em 17 de agosto de 2015
  58. ↑ Halperin, Shirley (7 de outubro de 2011). «RCA's Peter Edge, Tom Corson on the Shuttering of Jive, J and Arista». Billboard (em inglês). Consultado em 8 de janeiro de 2012. Cópia arquivada em 25 de maio de 2012
  59. ↑ «Peter Edge Appointed CEO of RCA Music Group». Billboard (em inglês). 8 de agosto de 2011. Consultado em 8 de janeiro de 2012. Cópia arquivada em 16 de janeiro de 2013
  60. ↑ «Gold & Platinum – RIAA». RIAA (em inglês). Consultado em 12 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 6 de agosto de 2020
  61. ↑ «Iconic signs at Nashville's historic Studio A return after nearly 50 years». The Tennessean (em inglês). Consultado em 25 de maio de 2019. Cópia arquivada em 16 de maio de 2019
  62. 1 2 «John Fleckenstein and Joe Riccitelli Upped to Co-Presidents at RCA Records». Variety (em inglês). 19 de janeiro de 2018. Consultado em 12 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 5 de fevereiro de 2018
  63. ↑ «RCA Records promotes Keith Naftaly to President, A&R – Music Business Worldwide». Music Business Worldwide (em inglês). 14 de maio de 2018. Consultado em 14 de maio de 2018. Cópia arquivada em 25 de maio de 2019
  64. ↑ «Tunji Balogun launches label JV with RCA Records, as he's promoted to EVP of A&R». Music Business Worldwide (em inglês). 9 de abril de 2018. Consultado em 25 de maio de 2019
  65. ↑ «Brockhampton Finally Scored Its Hit Single – And Shia LaBeouf Helped Make It Possible». Billboard (em inglês). 6 de fevereiro de 2020. Consultado em 4 de fevereiro de 2021. Cópia arquivada em 14 de janeiro de 2022
  66. ↑ Long, Stephanie. «Now That She's Stuck In Your Head, Flo Milli Is Just Getting Started». Refinery29 (em inglês). Consultado em 4 de fevereiro de 2021. Cópia arquivada em 22 de janeiro de 2021
  67. ↑ Saint-Vil, Sweenie (18 de agosto de 2020). «Mulatto enters Billboard Hot 100 for the first time ever». REVOLT (em inglês). Consultado em 4 de fevereiro de 2021. Cópia arquivada em 19 de outubro de 2020
  68. ↑ «63rd Annual GRAMMY Awards». GRAMMY.com (em inglês). 15 de dezembro de 2020. Consultado em 4 de fevereiro de 2021. Cópia arquivada em 23 de abril de 2021
  69. ↑ Leight, Elias (7 de fevereiro de 2020). «Koffee Makes History With Grammy Win, Signs With RCA». Rolling Stone (em inglês). Consultado em 4 de fevereiro de 2021. Cópia arquivada em 15 de janeiro de 2021
  70. ↑ «5 Highlights From RCA Records & Human Rights Campaign's Pride Benefit Concert». Billboard (em inglês). 30 de junho de 2020. Consultado em 4 de fevereiro de 2021. Cópia arquivada em 12 de maio de 2021
  71. ↑ «[LISTEN] SZA's 'Good Days' Is Her Second New Song Of 2020». Uproxx (em inglês). 25 de dezembro de 2020. Consultado em 8 de fevereiro de 2021. Cópia arquivada em 25 de janeiro de 2021
  72. 1 2 Newman, Melinda (14 de janeiro de 2021). «RCA Records Promotes Mark Pitts to President, John Fleckenstein to COO». Billboard (em inglês). Consultado em 19 de janeiro de 2021. Cópia arquivada em 19 de janeiro de 2021
  73. ↑ Anderson, Trevor (22 de janeiro de 2021). «Jazmine Sullivan's 'Heaux Tales' Tops R&B Albums Chart». Billboard (em inglês). Cópia arquivada em 8 de fevereiro de 2021
  74. ↑ «Rising global superstar Tate McRae releases new track & music video 'rubberband'». Pop.inquirer.net (em inglês). 26 de janeiro de 2021. Consultado em 8 de fevereiro de 2021. Cópia arquivada em 31 de janeiro de 2021
  75. ↑ Aswad, Jem (10 de abril de 2024). «Blackpink's Lisa and Her Company Lloud Co. Partner With RCA Records». Variety (em inglês). Consultado em 12 de abril de 2024. Cópia arquivada em 10 de abril de 2024
  76. 1 2 Aswad, Jem (14 de abril de 2026). «Mark Pitts Launches New Venture Cofvnders, Steps Down as RCA Records President (EXCLUSIVE)». Variety (em inglês). Consultado em 19 de abril de 2026
  77. 1 2 3 4 «Tesouros da RCA-Victor vão sair em CD». Estadão. 4 de julho de 2001. Consultado em 26 de abril de 2019
  78. ↑ «Decreto nº 20.292, de 12 de agosto de 1931». Portal da Câmara dos Deputados. Consultado em 26 de abril de 2019
  79. ↑ Volkmann, J. E.; Stevens, A. (dezembro de 1971). «New York recording studios» (PDF). RCA. RCA Engineer (em inglês). Consultado em 15 de dezembro de 2023. Cópia arquivada (PDF) em 17 de setembro de 2024
  80. ↑ Foti, Laura (6 de fevereiro de 1982). «RCA Studio 'Holding Its Own' As Budgets Tighten». Billboard (em inglês). Consultado em 7 de maio de 2024. Cópia arquivada em 26 de dezembro de 2024
  81. ↑ Daley, Dan (outubro de 2014). «Off The Record: Music & Recording Industry News». Sound On Sound (em inglês). SOS Publications Group. Consultado em 16 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 9 de novembro de 2024
  82. ↑ Cogan, Jim (2003). Temples of Sound (em inglês). São Francisco: Chronicle Books LLC. pp. 54–63. ISBN 0-8118-3394-1
  83. 1 2 «RCA Folds Nashville, L.A. Studios: N.Y. Next?». Billboard (em inglês). 15 de janeiro de 1977. Consultado em 15 de maio de 2024. Cópia arquivada em 26 de julho de 2024
  84. ↑ «Marek Hails New Nashville Site». Billboard (em inglês). 7 de maio de 1965. Consultado em 7 de maio de 2024. Cópia arquivada em 25 de dezembro de 2024
  85. ↑ Gold, Adam (18 de fevereiro de 2018). «Three Years After Being Saved, Studio A Still Makes an Impact». Nashville Scene (em inglês). Consultado em 5 de abril de 2018. Cópia arquivada em 8 de abril de 2021
  86. ↑ «Victor "Music Center" in L.A.». Billboard (em inglês). 23 de junho de 1958. Consultado em 17 de agosto de 2022
  87. ↑ Dean, Jason (2012). «In the heart of Hollywood». CSuite Quarterly (em inglês). Consultado em 14 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 17 de dezembro de 2014
  88. ↑ «RCA Opens Chicago Recording Complex». Billboard (em inglês). 26 de abril de 1969. Consultado em 8 de maio de 2024. Cópia arquivada em 25 de dezembro de 2024
  89. ↑ Paige, Earl (27 de março de 1971). «Studio Track». Billboard (em inglês). Consultado em 8 de maio de 2024. Cópia arquivada em 25 de dezembro de 2024
  90. ↑ Sutherland, Sam (10 de junho de 1972). «Studio Track». Billboard (em inglês). Consultado em 8 de maio de 2024. Cópia arquivada em 25 de dezembro de 2024
  91. ↑ Holden, Steven (28 de julho de 1982). «The Pop Life: Gambling on Kenny Rogers». The New York Times (em inglês). Consultado em 5 de outubro de 2015. Cópia arquivada em 11 de outubro de 2015
  92. ↑ Newman, Melinda (3 de abril de 2015). «Now Free From Her Idol Contract, What's Kelly Clarkson Worth?». Billboard (em inglês). Consultado em 8 de agosto de 2015. Cópia arquivada em 7 de abril de 2015
  93. ↑ Benjamin, Jeff (3 de março de 2015). «9 Times Kelly Clarkson Kept it Real». Fuse (em inglês). Consultado em 8 de agosto de 2015. Cópia arquivada em 24 de setembro de 2015
  94. ↑ Du Lac, J. Freedom (26 de junho de 2007). «'My December': Kelly Clarkson, Striking Out On Her Own». The Washington Post (em inglês). Consultado em 22 de agosto de 2015. Cópia arquivada em 8 de fevereiro de 2015
  95. ↑ «The Official Avril Lavigne Site» (em inglês). Avril Lavigne. Consultado em 8 de janeiro de 2012. Cópia arquivada em 15 de novembro de 2010
  96. ↑ «Audio Player» (MP3). 92.5 THE BEAT (em inglês). Consultado em 8 de janeiro de 2012. Cópia arquivada em 21 de maio de 2013
  97. ↑ Halperin, Shirley (17 de novembro de 2011). «Avril Lavigne Shifts to Epic Records, Reunites With L.A. Reid». Billboard (em inglês). Consultado em 8 de janeiro de 2012. Cópia arquivada em 21 de setembro de 2021
  98. ↑ Spiro, Amy (16 de abril de 2019). «Brooke Candy isn't all that sweet». The Jerusalem Post (em inglês). Consultado em 10 de junho de 2023. Cópia arquivada em 11 de junho de 2023
  99. ↑ Curto, Justin (28 de outubro de 2019). «Brooke Candy Called on Drag Race's Aquaria and Violet Chachki's 'Nasty, Glam' Wisdom for New Album». Vulture (em inglês). Consultado em 10 de junho de 2023. Cópia arquivada em 24 de dezembro de 2022
  100. 1 2 «How the music industry overlooked R. Kelly's alleged abuse of young women – The Washington Post». The Washington Post (em inglês). 4 de maio de 2018. Consultado em 12 de dezembro de 2022. Cópia arquivada em 4 de maio de 2018
  101. ↑ Schatz, Lake (16 de janeiro de 2019). «Video surfaces proving R. Kelly definitely knew Aaliyah was only 15 at the time of marriage». Consequence (em inglês). Consultado em 12 de dezembro de 2022. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2022
  102. ↑ Farley, Rebecca. «#MuteRKelly Got Live & Personal At A Rally In New York City». Refinery29 (em inglês). Consultado em 12 de dezembro de 2022. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2022
  103. ↑ Grady, Constance (18 de janeiro de 2019). «R. Kelly's music label has reportedly dropped him». Vox (em inglês). Consultado em 12 de dezembro de 2022. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2022
  104. ↑ «RCA Records Cuts Ties With R. Kelly Amid Sexual Abuse Allegations». WBUR (em inglês). 23 de janeiro de 2019. Consultado em 12 de dezembro de 2022. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2022
  105. ↑ «RCA Victor». elvispresleymuseum (em inglês). Consultado em 2 de maio de 2017. Cópia arquivada em 11 de junho de 2017
  106. ↑ Newhouse, Sam (15 de outubro de 2015). «Encore for iconic Camden recording company – with a new spin». WHYY (em inglês). Consultado em 7 de setembro de 2026
  107. ↑ Crociata, Francis (2014). «Jorge Bolet: The Last Romantic». Marston Records (em inglês). Consultado em 7 de setembro de 2026
  108. ↑ «An RCA of Australia Timeline» (PDF) (em inglês). Consultado em 27 de janeiro de 2024. Cópia arquivada (PDF) em 30 de dezembro de 2023
  109. ↑ «索尼音乐成立RCA唱片大中华区分部 将探索NFT和元宇宙等领域». Cls.cn (em chinês). Consultado em 17 de dezembro de 2025
  110. ↑ Marfori, Miko (20 de maio de 2022). «Sony Music Entertainment Launches RCA Records Greater China - Sony Music». Sony Music Entertainment (em inglês). Consultado em 17 de dezembro de 2025
  111. ↑ Passman, Donald. «Pressing & Distribution Deals». taxi.com (em inglês). Taxi. Consultado em 20 de dezembro de 2015. Cópia arquivada em 29 de dezembro de 2017

Bibliografia

[editar | editar código]
  • Bryan, Martin F. Report to the Phonothèque Québécoise on the Search for Archival Documents of Berliner Gram-O-Phone Co., Victor Talking Machine Co., R.C.A. Victor Co. (Montréal), 1899–1972. Edição ampliada. Montréal: Phonothèque Québécoise, 1994. 19, [1] p.
  • PICCINO, Evaldo. Um breve histórico dos suportes sonoros analógicos. Revista Sonora. São Paulo: UNICAMP / Instituto de Artes, vol. 1, n. 2, 2003.
  • PICCINO, Evaldo. Mudanças de suportes sonoros no mercado fonográfico brasileiro: capítulos digitais e analógicos de uma novela muito antiga. Mestrado em Multimeios. Campinas: UNICAMP, 2007.

Ligações externas

[editar | editar código]
O Commons possui uma categoria com imagens e outros ficheiros sobre RCA Records