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Joan Miró

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Joan Miró
Joan Miró, fotografia de Carl van Vechten, junho de 1936
Nome completoJoan Miró i Ferrà
Nascimento
Morte
25 de dezembro de 1983 (90 anos)

ProgenitoresMãe: Dolors Ferrà i Oromí
Pai: Miquel Miró i Adzeries
CônjugePilar Juncosa Iglésias (c. 1929)
Filho(a)(s)María Dolors Miró
EducaçãoEscola Superior d'Arts Industrials i Belles Arts (La Llotja)
Escola d'Art de Francesc Galí
Cercle Artístic de Sant Lluc
Ocupaçãopintor, escultor, gravador e ceramista
PrêmiosGrande Prêmio de Gravura, Bienal de Veneza (1954)
Prêmio Internacional, Fundação Guggenheim (1958)
Medalha de Ouro da Generalidade da Catalunha (1978)
Prêmio Antonio Feltrinelli (1978)
Movimento estéticoSurrealismo
Websitewww.fmirobcn.org
Assinatura

Joan Miró i Ferrà (Barcelona, 20 de abril de 1893 – Palma de Maiorca, 25 de dezembro de 1983) foi um escultor, pintor, gravurista e ceramista surrealista espanhol.[1]


Biografia

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Quando jovem frequentou a Reial Academia Catalana de Belles Arts de Sant Jordi da Barcelona e a Academia de Gali. Em 1919, depois de completar os seus estudos, esteve em Paris, onde conheceu Pablo Picasso e entrou em contato com as tendências modernistas como o fauvismo e o dadaísmo.[1][2]

No início da década de 1920, conheceu o fundador do movimento surrealista André Breton entre outros artistas. A pintura O Carnaval de Arlequim, 1924-25, e Maternidade, 1924, inauguraram uma linguagem cujos símbolos remetem a uma fantasia, sem as profundezas das questões psicanalistas surrealistas. Participou na primeira exposição surrealista em 1925.[1][2]

Em 1928, viajou para Holanda, tendo pintado as duas obras Interiores holandeses I e Interiores holandeses II. Em 1937, trabalhou em pinturas-mural e, anos depois, em 1941, concebeu a sua mais conhecida e radiante obra: Números e constelações em amor com uma mulher. Mais tarde, em 1944, iniciou-se em cerâmica e escultura. Em suas obras, principalmente nas esculturas, utiliza materiais surpreendentes, como a sucata.[1]

Vários anos depois, rumou pela primeira vez aos Estados Unidos e nos anos seguintes; durante um período muito produtivo, trabalhou entre Paris e Barcelona.

Em 1949, o escritor francês Raymond Queneau, amigo pessoal do artista desde 1948, publicou o ensaio Joan Miró ou le poète préhistorique (Genebra/Paris: Skira, 1949), no qual cunhou o termo "miroglifo" para designar os sinais pictóricos recorrentes na obra de Miró, comparando-os às letras de um alfabeto e definindo sua produção como "uma língua que é preciso aprender a ler".[3]

No fim da sua vida reduziu os elementos de sua linguagem artística a pontos, linhas, alguns símbolos e reduziu a cor, passando a usar basicamente o branco e o preto. Algumas obras revelam grande espontaneidade, enquanto em outras se percebe a técnica feita com muito cuidado, e esse contraste também aparece em suas esculturas. Miró tornou-se mundialmente famoso e expôs seus trabalhos, inclusive ilustrações feitas para livros, em vários países.

Ainda que alguns leigos do mundo da arte rechacem o nível da técnica das pinturas de Miró, os grandes conhecedores da obra do artista reconhecem que, se há uma sensação de clichê no efeito de recepção da obra de Miró, isso resulta de quem vê - o artista não tem culpa.[4] Miró atribuía, para cada elemento da realidade, um símbolo, uma "tradução poética", um signo que se repete em cada um de seus quadros. O signo é muito mais metáfora do que imagem. Esses signos eram inseridos dentro de um vazio, e essa combinação entre vazio e signos é o que define esteticamente a obra de Joan Miró.[carece de fontes]?

Em 1954, ganhou o prêmio de gravura da Bienal de Veneza e, quatro anos mais tarde, o mural que realizou para o edifício da UNESCO em Paris[1] ganhou o Prêmio Internacional da Fundação Guggenheim. Em 1963, o Museu Nacional de Arte Moderna de Paris realizou uma exposição de toda a sua obra.

Em 1978 recebeu a Medalha de Ouro da Generalidade da Catalunha e o Prêmio Antonio Feltrinelli.

Mural do Palacio de Congresos y Exposiciones em Madrid (1980).

Vida pessoal

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Miró era filho de Miquel Miró i Adzeries, ourives e relojoeiro de Barcelona, e de Dolors Ferrà i Oromí, natural de Maiorca.[5] Por exigência paterna, matriculou-se na Escola de Comerç de Barcelona e, simultaneamente até 1910, frequentou aulas na Escola Superior d'Arts Industrials i Belles Arts (La Llotja), sob os professores Modest Urgell e Josep Pascó.[5] Após deixar o emprego de escriturário devido a problemas de saúde, decidiu dedicar-se inteiramente à pintura, matriculando-se na escola de Francesc Galí, onde estudou até 1915, e no Cercle Artístic de Sant Lluc.[5]

Casou-se com Pilar Juncosa Iglésias em Palma de Maiorca em 12 de outubro de 1929, instalando-se em seguida em Paris; do casamento nasceu, em 1930, sua única filha, María Dolors Miró.[6]

Com a eclosão da Guerra Civil Espanhola, a família refugiou-se em Paris em 1936; após a invasão alemã da França, em 1940, mudou-se para o interior do país, regressando à Espanha em 1942.[5] Miró estabeleceu residência definitiva em Palma de Maiorca a partir de 1956, onde viveu até sua morte, em 1983.[6]

Fundações

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A Fundació Joan Miró, em Barcelona, foi idealizada pelo próprio artista e inaugurada em 10 de junho de 1975, em edifício projetado pelo arquiteto e amigo pessoal Josep Lluís Sert.[7]

A Fundació Pilar i Joan Miró in Mallorca, dedicada ao acervo doado pelo artista e por sua esposa, foi criada em 1981 e teve seu edifício museológico, projetado por Rafael Moneo, inaugurado em 1992.[6]

Principais obras

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Relação extraída dos catálogos de exposições:

  • Werner Spies, La Révolution surréaliste, Éditions du Centre Pompidou, 2002.
  • André Breton, Le Surréalisme et la peinture, Paris, Gallimard, 2002 (1ª ed. 1965). ISBN 978-2070418596
  • Jean-Louis Prat, Miró, Martigny (Suíça), Fondation Pierre Gianadda, 1997. ISBN 2-88443-042-3
  • Jean-Louis Prat, Joan Miró, rétrospective de l'œuvre peint, Saint-Paul-de-Vence, Fondation Maeght, 1990. ISBN 9782900923016

E dos livros:

  • Jacques Dupin, Joan Miró, Paris, Flammarion, coll. « Grandes monographies », 1961 e 1993. ISBN 2-08-011744-0
  • Camilo José Cela e Pere A. Serra, Miró et Mallorca, Barcelona e Paris, Polígrafa e Cercle d'Art, 1984 e 1985. ISBN 2-7022-0191-1

Obras perdidas:

  • The Reaper ou "El campesino catalán en rebeldía"
Data Nome da obra Técnica Museu Cidade
1917Nord-Sudóleo sobre telacoleção de Paule e Adrien MaeghtParis
1919Autorretratoóleo sobre telaMuseu PicassoParis
1921Grand nu deboutóleo sobre telaPerls GalleriesNova York
1921La Fermeóleo sobre telaNational Gallery of ArtWashington
1921Retrat de ballarina espanyolaóleo sobre telaMuseu PicassoParis
1923Terra llauradaóleo sobre telaFundação Solomon R. GuggenheimNova York
1924Paysage catalanóleo sobre telaMuseu de Arte ModernaNova York
1924La Famillegiz preto e vermelho sobre papel esmerilMuseu de Arte ModernaNova York
1924Maternitéóleo sobre telaScottish National Gallery of Modern ArtEdimburgo
1925Carnaval do Arlequimóleo sobre telaAlbright-Knox Art GalleryBuffalo
1927Le Cheval de cirqueóleo sobre telaHirshhorn Museum and Sculpture Garden, Smithsonian Institution e Musée communal des beaux-arts d'IxellesWashington e Bruxelas
1927Têteóleo sobre telaCentro Georges PompidouParis
1928Interiors holandesos Ióleo sobre telaMuseu de Arte ModernaNova York
1928Interiors holandesos IIóleo sobre telaColeção Peggy Guggenheim - Fundação Solomon R. GuggenheimVeneza
1928Interiors holandesos IIIóleo sobre telaMetropolitan Museum of ArtNova York
1928Dançarina espanholacolagemCentre national d'art et de culture Georges-PompidouParis
1930Peinture, la magie de la couleuróleo sobre telaMenil CollectionHouston
1930Peinture (Miró 1930)óleo e gesso sobre telaFondation BeyelerBasileia
1933Composição (Miró 1933)óleo sobre telaKunsthalle de BernaBerna
1933Composition, concentration plastiqueóleo sobre telaLille Métropole Musée d'art moderne, d'art contemporain et d'art brutVilleneuve-d'Ascq
1934Escargot, femme, fleur et étoileóleo sobre telaMuseu do PradoMadrid
1937Nature morte au vieux soulieróleo sobre telaMuseu de Arte ModernaNova York
1938Una estrella acaricia el pit d'una negraóleo sobre telaTate GalleryLondres
1939-1941Série Constel·lacionstêmpera, guache, óleo, tinta pastel, solvente sobre papelFondation Joan-Miró e Museum of Modern ArtBarcelona e Nova York
1942-1949Femme, oiseau, étoiletinta pastel, giz de cera, resina, guache, carvão vegetal, óleo sobre telacoleção Rosengart e coleção Jeannette e Paul HaimLucerna e Paris
1945La Course de taureauóleo sobre telaCentre national d'art et de culture Georges-PompidouParis
1961Blau I, Blau II i Blau IIIóleo sobre telaCentre national d'art et de culture Georges-PompidouParis
1968Personatge davant del solacrílicoFondation Joan-MiróBarcelona
1968-1973Mai 1968óleo sobre telaFondation Joan-MiróBarcelona
1972Dona i ocells a l'albaóleo sobre telanão determinadonão determinado
1974L'esperança del condemnat a mortóleo sobre telaFondation Joan-MiróBarcelona

Murais cerâmicos

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Mural do aeroporto de Barcelona.
Muro cerâmico no Wilhelm-Hack-Museum.
Data Local Cidade
1947Pintura mural no restaurante do Terrace Plaza HotelCincinnati
1957Mural Sol e Lua, UNESCOParis
1960Pintura mural no interior da cafeteria do Harkness Graduate Center da Harvard Law SchoolCambridge (Massachusetts)
1964University of St. Gallen (Escola de Administração de Empresas)Sankt Gallenkappel
1964Labyrinthe Miró, Fondation MaeghtSaint-Paul-de-Vence
1970Mural do Aeroporto de BarcelonaEl Prat de Llobregat
1970Mural cerâmico para a Exposição Universal de OsakaOsaka
1971Muro cerâmico para o Wilhelm-Hack-MuseumLudwigshafen
1972Mural para o museu de arte Kunsthaus ZürichZurique
1972Mural para a Cinémathèque Française (ARTIUM)Paris
1976Mosaico da Pla de l'OsBarcelona
1977Mural cerâmico na Universidade de WichitaWichita (Kansas)
1978Mural para a IBMBarcelona
1980Mural para o Palau de Congressos de MadridMadrid
1983Parc del MarPalma de Maiorca

Ilustrações

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Data Autor Livro Técnica
1930Tristan TzaraL'arbre des Voyageurs4 litogravuras
1933Georges HugnetEnfances3 gravuras
1944Joan MiróBarcelona50 litogravuras em preto e branco
1948Henry MillerLe sourire au pied de l'échellenão consta
1951Tristan TzaraParler seulgravuras e desenhos
1954Joan MiróUne Hirondelletextos e desenhos
1957René CrevelBague d'Aurore5 água-fortes
1958Paul ÉluardÀ toute épreuve80 xilogravuras
1958André BretonConstellations22 guaches
1959René CharNous avons5 água-fortes
1961Raymond QueneauAlbum 1919 litogravuras
1966Alfred JarryUbu Roi13 litogravuras
1967Ivan GollBouquets de rêves pour Neila19 litogravuras
1971Joan MiróUbu aux Baléares
Le lézard aux plumes d'or
textos e desenhos
1972Joan BrossaOde à Joan Miró8 litogravuras
1975Jacques PrévertAdonides63 gravuras

Esculturas

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Femme (1981), escultura exposta no vestíbulo da Casa de la Ciutat (Barcelona).

Joan Miró já possui seu catálogo racional de esculturas.[8]

Data Descrição da obra
1930-1931Personatge amb paraigua, escultura de madeira, guarda-chuva e folhas secas, Fundació Joan Miró (réplica, 1973).
1946-1949Ocell lunar, em bronze (diversas cópias).
1946-1949Ocell solar, em bronze (diversas cópias).
1967Rellotge de vent, escultura em bronze.
1967La carícia d'un ocell, bronze pintado. Fundació Joan Miró.
1973Dona ampolla, escultura em bronze. Parc Cultural Viera i Clavijo, Santa Cruz de Tenerife.
1974Gos, bronze. Fundació Joan Miró, Barcelona.
1978Conjunto monumental para a La Défense, em Paris.
1981Miss Chicago, escultura pública. Chicago.
1981Femme, escultura em bronze. Casa de la Ciutat, Barcelona.
1983Dona i Ocell, escultura de cimento revestida de cerâmica. Parc Joan Miró.

Coleção de obras em Portugal

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O maior conjunto de obras a nível mundial de Joan Miró está em Portugal e ficará em permanência no Porto, na Fundação de Serralves.[9]

Trata-se de um conjunto de 85 obras, entre desenhos, pinturas em vários suportes, seis tapeçarias de 1973, uma escultura, colagens, uma obra da série de cinco "Telas queimadas" (criada para a grande retrospectiva de Miró no Grand Palais de Paris, em 1974) e várias pinturas murais, que abrangem seis décadas da carreira do artista espanhol, mais precisamente de 1924 a 1981.

Estas obras ficaram na posse do Estado Português depois da nacionalização do BPN – Banco Português de Negócios, a quem pertenciam.[10] As obras foram adquiridas pelo banco em 2002, por 17 milhões de euros.[10]

Bibliografia

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  • Joan Miró. Paintings. Catalogue Raisonné. Org. Jacques Dupin. Paris: Daniel Lelong, 2002. ISBN 978-2-86882-049-5.
  • Joan Miró. Sculptures. Catalogue Raisonné 1928–1982. Org. E. Fernando Miró. Paris: Daniel Lelong, 2006. ISBN 978-2-86882-074-7.
  • Joan Miró, Josep Llorens Artigas. Ceramics. Catalogue raisonné 1941–1981. Org. Cristina Calero Fernandez. Paris: Galerie Lelong e Successió Miró, 2007. ISBN 978-2-86882-079-2.
  • LOLIVIER-RAHOLA, Glòria; PUNYET-MIRÓ, Joan. Miró: o pintor das estrelas, col. «Descobrir», série Artes. Lisboa: Quimera Editores, 2003. ISBN 9789725891056.
  • CLAVERO, Jordi J. Fundació Joan Miró. Guia de la Fundació. Barcelona: Ediciones Polígrafa, 2010. ISBN 978-84-343-1242-5.
  • ESCUDERO, Carmen; MONTANER, Teresa. Joan Miró 1893-1993: Catàleg. Fundació Joan Miró – Leonardo Arte, 1993.
  • ESCUDERO, Carme; MONTANER, Teresa. Joan Miró, desfilada d'obsessions: 14 jun.-2 set. 2001. Barcelona: Fundació Joan Miró, 2001. ISBN 84-923925-9-2.
  • GREEN, Christopher. Joan Miró, 1923-1933: el darrer i primer pintor. Fundació Joan Miró – Leonardo Arte, 1993.
  • LUBAR, Robert S. La Mediterrània de Miró: concepció d'una identitat cultural. Fundació Joan Miró – Leonardo Arte, 1993.
  • MALET, Rosa Maria (dir.). Obra de Joan Miró. Barcelona: Polígrafa, 1988.
  • MALET, Rosa Maria. Joan Miró. Barcelona: Edicions 62, 1992. ISBN 84-297-3568-2.
  • MALET, Rosa Maria. Joan Miró: apunts d'una col·lecció: obres de la Gallery K. AG. Barcelona: Fundació Joan Miró, 2003. ISBN 978-84-932159-8-9.
  • MALET, Rosa Maria. Joan Miró. Barcelona: Edicions 62, 2003. ISBN 978-84-932159-8-9.
  • RAILLARD, Georges. Miró. Madrid: Debate, 1992. ISBN 84-7444-605-8.
  • Sert: 1928-1979, obra completa: mig segle d'arquitectura. Barcelona: Fundació Joan Miró, 2004. ISBN 978-84-933928-5-7.
  • TORRES, Milagros. Joan Miró: un català universal. Revista Quadern, n. 90, 1993.
  • REBULL TRUDELL, Melania. Joan Miró. Barcelona: Globus e Ediciones Polígrafa, 1994. ISBN 84-88424-96-5.

Referências

  1. 1 2 3 4 5 «Joan Miró» (em espanhol). Biografías y Vidas. Consultado em 23 de março de 2014. Cópia arquivada em 12 de setembro de 2025
  2. 1 2 «Joan Miró, pintor espanhol». Klick Educação, UOL. Consultado em 13 de agosto de 2019. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2024
  3. ↑ «Stratégies d'écriture et de prononciation d'une langue visuelle. Les miroglyphes du Miró» (em francês). Université de Limoges. Consultado em 17 de janeiro de 2026
  4. ↑ Canelas, Lucinda. «Miró, o artista que nos convidou a ver tudo como se fosse a primeira vez». PÚBLICO. Consultado em 20 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 6 de junho de 2025
  5. 1 2 3 4 «Biography Joan Miró» (em inglês). Fundació Joan Miró. Consultado em 17 de janeiro de 2026. Cópia arquivada em 21 de abril de 2026
  6. 1 2 3 «Joan Miró and Pilar Juncosa» (em inglês). Fundació Pilar i Joan Miró in Mallorca. Consultado em 17 de janeiro de 2026. Cópia arquivada em 9 de junho de 2026
  7. ↑ «Introduction» (em inglês). Fundació Joan Miró. Consultado em 17 de janeiro de 2026. Cópia arquivada em 30 de março de 2026
  8. ↑ «Joan Miró ya tiene su catálogo razonado de esculturas» (em espanhol). EDICIONES EL PAÍS, S.L. Consultado em 25 de março de 2014. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2024
  9. ↑ «Conheça alguns dos quadros de Miró que o Porto vai receber». Rádio Renascença. Consultado em 17 de janeiro de 2026. Cópia arquivada em 13 de dezembro de 2024
  10. 1 2 «Coleção Miró será exposta em Lisboa a partir de 8 de setembro». Observador. Consultado em 17 de janeiro de 2026. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2024

Ligações externas

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